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  • VALERIA REZENDE DA SILVA

O Bullying nos Esportes

Acabo de comprar um livro bastante interessante sobre bullying, SEU FILHO X BULLYING, de Joel Haber, uma psicóloga americana especialista em treinamento anti-bullying. Nesse livro ela dá importantes orientações sobre como ajudar seu filho ou filha a vencer o bullying.

Folheando o livro, como sempre costumo fazer ao comprar um novo, vi que tem um extenso capítulo sobre o bullying nos esportes. Não podemos nos esquecer que a educação física e a prática de esportes são terrenos bastante propícios para que o bullying ocorra, principalmente quando dirigidas por professores ou treinadores despreparados para reconhecê-lo. Isso quando eles próprios não são os que mais cometem bullying contra seus alunos e atletas.

Segundo Haber, "esse fato ocorre em razão do bullying ser, em última instância, uma questão de poder, e a adrenalina e a rivalidade nos esportes fazem com que se transformem, para muitos, em um 'prazer pelo poder', inclusive para os atletas profissionais." Ela cita como exemplos Mike Tyson mordendo um pedaço da orelha de alguém, jogadores de hóquei golpeando uns aos outros até deixá-los inconscientes, jogadores de beisebol ou basquete saltando para as arquibancadas e esmurrando torcedores. Provavelmente situações nas quais a adrenalina escapa ao controle, ela diz.

Para a psicóloga, o comportamento dentro do campo pode ser dividido em "jogo limpo" (comportamento adequado e espírito esportivo) e em "jogo sujo" (bullying e comportamento inadequado que marginaliza os demais). Existe uma linha tênue entre a disputa competitiva e o bullying.

Precisamos ficar atentos.

Voltaremos a falar sobre esse assunto mais específico.



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